11º Exame da OAB — Questão 11

Considere a seguinte afirmação de Aristóteles: “Temos pois definido o justo e o injusto. Após distingui-los assim um do outro, é evidente que a ação justa é intermediária entre o agir injustamente e o ser vítima da injustiça; pois um deles é ter demais e o outro é ter demasiado pouco.” (Aristóteles. Ética a Nicômaco. Coleção Os Pensadores. São Paulo: Abril Cultural, 1973, p. 329.) De efeito, é correto concluir que para Aristóteles a justiça deve sempre ser entendida como

  1. A produto da legalidade, pois o homem probo é o homem justo.
  2. B espécie de meio termo.
  3. C relação de igualdade aritmética.
  4. D ação natural imutável.

Gabarito oficial

Alternativa B

espécie de meio termo.

Explicação

Para Aristóteles, na Ética a Nicômaco, a justiça é uma espécie de meio termo (mesotes), pois consiste em não ter demais nem de menos, situando-se entre o excesso e a falta. O justo é o intermediário entre cometer injustiça (ter demais) e sofrer injustiça (ter de menos), aplicando-se a doutrina aristotélica da virtude como mediania.

Explicação gerada por IA e revisada com referências legais. Confira sempre as fontes oficiais.

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Questão 11 de 80 do 11º Exame da OAB