6º Exame da OAB — Questão 5

Caio, próspero comerciante, contrata, para prestação de serviços profissionais de advocacia, Mévio, que se apresenta como advogado. O cliente outorga a devida procuração com poderes gerais para o foro. Usando o referido instrumento, ocorre a propositura de ação judicial em face de Trácio. Na contestação, o advogado do réu alega vício na representação, uma vez que Mévio não possui registro na OAB, consoante certidão que apresenta nos autos judiciais. Diante de tal circunstância, é correto afirmar que

  1. A os atos praticados pelo suposto advogado não ofendem qualquer dispositivo legal.
  2. B verificada a ausência de inscrição profissional, deverá ser outorgado prazo para sua regularização.
  3. C os atos praticados por Mévio são nulos, pois foram praticados por pessoa não inscrita na OAB.
  4. D a declaração de nulidade dos atos processuais esgota o rol de atos sancionatórios.

Gabarito oficial

Alternativa C

os atos praticados por Mévio são nulos, pois foram praticados por pessoa não inscrita na OAB.

Explicação

O art. 4º do Estatuto da OAB estabelece que são nulos os atos privativos de advogado praticados por pessoa não inscrita na OAB. Mévio, não sendo advogado inscrito, praticou atos nulos, e sua conduta configura exercício ilegal da profissão, sujeito a sanções penais e civis.

Explicação gerada por IA e revisada com referências legais. Confira sempre as fontes oficiais.

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Questão 5 de 80 do 6º Exame da OAB